quarta-feira, 6 de março de 2013

Desvendando os Segredos

Meu negócio não nos proporciona riqueza imediata e se é isso o que você procura acredito que nenhum negócio satisfará essa ânsia. Talvez seja melhor continuar no seu emprego de salário fixo e apostando toda semana na mega-sena.
Como qualquer negócio próprio, começa-se da estaca zero. A partir de estaca zero leia-se: contas para pagar e faturamento zero. É assim que qualquer negócio se inicia ou pelo menos a maioria esmagadora deles.

Nossa vantagem aqui é que os custos são baixíssimos, você pode abrir um negócio como o meu com menos de 5 mil reais em crédito. Veja bem, nem o dinheiro vivo você precisa ter, basta um cartão de crédito com esse limite e você já tem cerca de 3 meses de negócio garantido, tempo suficiente para começar a fazer a roda girar e ver os rendimentos começarem a entrar.

Mas hoje meu post não é sobre a parte financeira desse negócio. Quero falar sobre um outro ponto que toda essa experiência vem me proporcionando e que considero inigualável, o desenvolvimento pessoal.

Como se começa a partir do zero um negócio em que você não tem experiência nenhuma? Simples: orientando-se com aqueles que já têm sucesso no mesmo mercado. Ok, nem tão simples assim. Primeiro é preciso humildade para querer e aceitar ser aconselhado, ensinado, ajudado.

Desde que comecei e até hoje, após 6 meses, venho acompanhando todos aqueles que fazem muito bem o que me propus a fazer. Um conselho é unânime entre todos: aprendizado através da leitura.

Há uma lista de livros que são recomendados para quem está iniciando seu próprio negócio ou mesmo para quem quer apenas dar uma guinada em sua vida, para quem não está satisfeito com seu status quo. Já li mais de uma dezena deles nesses primeiros meses de aprendizado e senti a necessidade de escrever sobre isso após a última leitura.

O livro "Os Segredos da Mente Milionária" é obrigatório. Não posso resumir de maneira melhor o que sinto.

Vá até uma livraria ou compre pela internet. O meu custou apenas R$13,00, comprando online. Treze reais por um investimento na sua vida, por uma mudança nos seus hábitos financeiros que vão fazer você mudar sua mentalidade a respeito de dinheiro e do que você quer para o seu futuro. Hoje se qualquer pessoa me parar na rua e me pedir um conselho, não há outro que eu possa dar que não essa leitura.

Não pretendo publicar um resumo ou uma crônica do conteúdo do livro, não é esse meu objetivo aqui. Gostaria de lembrar que mais do que retorno financeiro, estamos todos em busca de sermos melhores a cada dia e só hoje, a partir de meu novo empreendimento, pude compreender que isso, e só isso, é o que pode nos levar, como consequência, ao sucesso financeiro e em todas outras áreas da vida.

Querer ser melhor sempre. A cada dia realizar algo que esteja fora da nossa zona de conforto, que nos faça sentir arrepios, suar frio, até que isso se torne um hábito. Ter uma mente inquieta e, acima de tudo, milionária.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Cinco Meses

Completando essa semana cinco meses trabalhando no projeto que vem mudando a minha vida.


Não estou rico e nem devo estar em pouco tempo, mas a nossa vida muda de diversas maneiras e o dinheiro é apenas uma delas. Quando decidi começar a empreender nessa oportunidade que se abriu à minha frente como que um presente inesperado, não tinha ideia do quanto acabaria evoluindo no processo, ainda antes mesmo de começar a colher os frutos financeiros do negócio.

Desde setembro de 2012 tenho visto pessoas ajudando pessoas, tenho trabalhando com amigos antigos e novos, que conheci por estar no projeto, e até em parceria com minha namorada! Tenho participado de eventos nos quais o objetivo comum é o desenvolvimento pessoal de cada pessoa envolvida.

Nada disso seria possível se continuasse preso ao mercado tradicional. A saber, eu sou empresário e tenho um negócio no ramo do comércio de alimentos e bebidas no Rio de Janeiro. É um bom negócio e com razoáveis expectativas para o futuro, porém já tem três anos e até agora o investimento não foi totalmente pago. É uma batalha diária para jogar com o sistema, com a burocracia, o governo, a justiça, os sindicatos. São os fornecedores e os funcionários que parecem não querer nosso crescimento, ninguém com interesse alinhado quando todos deveriam estar se ajudando para crescer em conjunto. Enfim, todos conhecem os problemas com que pequenos empresários precisam lidar no nosso país.

E foi exatamente por não querer fazer parte da massa que passa a vida reclamando que o mundo não proporciona o que lhe seria de direito que resolvi expandir meus horizontes e meus negócios, começando um novo empreendimento. Nessa nova jornada quem faz meu destino sou eu. Não há quem possa colocar meu negócio para baixo, o sucesso depende de mim, dos meus esforços e da minha disposição acima de tudo.

Não busco ser milionário em pouco tempo, não quero milagres. Quero sucesso sólido, que talvez demore algum tempo para chegar, mas que chegue para ficar, embasado em trabalho bem feito. Ainda assim consigo nesse novo empreendimento trabalhar com fluxo de caixa positivo desde minha quinta semana de negócio. Com investimento inicial baixo e custo fixo mensal inferior a um salário mínimo, consigo ter lucro desde meu segundo mês de negócio.

Vejo pessoas amigas tendo o mesmo resultado, talvez um pouco mais rápido ou um pouco mais devagar, não importa. Vejo pessoas focadas e compromissadas cujo futuro já está reservado e não há escapatória: será de sucesso.

Quero ver essas pessoas crescendo ao meu lado, atingindo seus objetivos e comemorando junto comigo enquanto alcanço também as minhas metas. Quero uma vida sem aqueles que puxam o tapete do vizinho, sem concorrência desleal, sem informações confidenciais. Quero todos que estão comigo compartilhando o que sabem, compartilhando o desejo de sucesso, quero alinhamento de interesses, quero todos focados num objetivo comum: o sucesso e o desenvolvimento de todos.

Tudo isso encontrei nessa jornada que se iniciou há cinco meses e ainda está apenas engatinhando. Esse projeto é para durar a vida toda e não há motivo que me faça pensar em descartá-lo de minha vida. Minha nova vida.

Está só começando...

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Community Commerce - Visão Geral






O que todos nós queremos? O que o mundo quer?


1) Saúde para aproveitar cada dia de nossas vidas em seu esplendor;

2) Tempo para nos dedicarmos às nossas famílias, aos que amamos e aos nossos hobbies e atividades que de fato nos dão prazer;

3) Dinheiro suficiente para que isso não seja uma preocupação em nossas vidas.


Se você estiver procurando por um desses três ou por todos os três fatores acima descritos, talvez nós tenhamos um caminho que possa lhe ajudar.

O Community Commerce surgiu há poucos anos trazendo uma revolução num mercado já existente, com décadas de história. A indústria do marketing de rede - também conhecida como marketing multinível, marketing de relacionamentos, entre outras nomenclaturas - atua tendo como base o networking e a rede de relacionamentos de cada um dos envolvidos em sua estrutura. Unindo a infinita capacidade de relacionamento que temos em cada um de nós com produtos de qualidade, esse mercado baseia-se na publicidade boca a boca para crescer e criar capilaridade.

A inovação implementada pelo Community Commerce está na forma de sustentação dessa estrutura. 

A empresa em que atuo fabrica e comercializa produtos de extrema qualidade e com alto apelo de mercado. Quando eu experimentei pela primeira vez um de seus produtos, ele me foi entregue (de graça) por uma amiga. Além do produto, essa amiga me deu também o seu aval como consumidora, me trazendo sua opinião, claro, e informações sobre a fabricação e a matéria prima utilizada, entre outros dados. Dessa forma atuam todos os participantes de uma cadeia de Community Commerce. O trabalho, se é que podemos chamar assim, consiste simplesmente em divulgarmos para amigos, conhecidos e familiares os produtos e a marca da empresa com que atuamos.
Mais ou menos como já fazemos naturalmente, só que sem ganhar um centavo, quando vamos a uma boa pizzaria ou temos um bom médico e queremos que nossos amigos tenham acesso aos mesmos serviços de qualidade a que tivemos.

E onde está o negócio, o business, do Community Commerce?

Bom, devemos concordar que uma empresa que utiliza somente o marketing boca a boca para alavancar seus negócios economiza fortunas ao não fazer uso do marketing "tradicional", correto? Não paga artistas ou esportistas como garotos propagandas, não compra espaços publicitários em sites, jornais, revistas, nem mesmo minutos milionários em intervalos comerciais de TV. Pois bem, toda essa fortuna (vejamos, é de fato uma fortuna economizada) deve ir para algum lugar ou para alguém. E nada mais justo que vá para aqueles que estão de fato fazendo o marketing da empresa através do boca a boca: os consumidores/distribuidores!

A empresa com a qual trabalho repassa aos seus consumidores/distribuidores, através de bonificações semanais, um total de 55% de todo o seu faturamento. Para se ter uma ideia do tamanho dessa quantia que se economiza simplesmente por não atuar com marketing tradicional, há empresas que chegam a gastar mais de 60% de todo o seu faturamento com ações de marketing! Ou seja, a minha empresa repassa a nós até menos do que poderia se dar ao luxo de repassar. 
Gosto de deixar esse ponto bem claro para que todos saibam de antemão que o dinheiro pago como bonificação já existe em qualquer empresa. Essa quantia não é criada ou separada somente para esse propósito, é simplesmente mais bem gasta, na minha humilde opinião.

Por quê mais bem gasta? Simplesmente porque todos nós confiamos mais numa indicação feita por um amigo ou um familiar do que num discurso decorado dito por um ator ou jogador de futebol que nós nunca vimos pessoalmente e com quem não temos qualquer relação de confiança. Ou não é verdade que há marcas e produtos que vemos serem anunciados em tv, rádio, jornais por toda nossa vida e que nunca experimentamos? Pois é. O boca a boca é comprovadamente a melhor forma de marketing que existe. E ainda por cima, é a mais barata.

Só para completar a inovação trazida pelo Community Commerce, entro na parte que mais me chamou atenção quando conheci esse tipo de negócio, que na verdade são dois pontos. 
O primeiro é que não há a mínima necessidade de nós, consumidores/distribuidores, sermos vendedores dos produtos. Quem vende os produtos é a empresa. A cadeia se sustenta com o consumo pessoal de cada indivíduo que faz parte da rede. Por exemplo, eu não preciso comprar da empresa nada além da quantidade mínima que consumo em minha casa para estar recebendo meus bônus semanais. Não há necessidade de estocar produtos ou de realizar vendas de porta em porta. Isso também é possível, mas só atua dessa forma quem quer e gosta. Pessoalmente, se fosse para atuar assim, como vendedor, eu não estaria nesse negócio.
O segundo ponto chega a parecer filosófico e bonito demais para ser verdade, mas conhecendo o funcionamento da rede a fundo, percebemos que é impossível se ganhar dinheiro sozinho no Community Commerce. Para ganharmos, somos obrigados a ajudar o próximo a ganhar também. Não existe sucesso individual nesse negócio. Cada indivíduo que faz parte da rede depende da sua própria organização para ser bem sucedido e, por isso, se dedica a ensinar e acompanhar cada novo membro em seu início, até que este possa começar a andar com as próprias pernas e construir sua própria organização de forma eficiente.

Voltando ao início de meu post, precisamos relacionar o Community Commerce com o ganho de saúde, tempo e dinheiro. E isso se dá da seguinte forma: 
1) A empresa com que trabalho comercializa produtos saudáveis, que têm o propósito de melhorar nossa qualidade de vida, de trazer equilíbrio alimentar para nosso dia a dia. Consumo seus produtos diariamente e dessa forma tenho mais saúde e, principalmente, mais consciência alimentar hoje do que tinha antes de conhecer o projeto. 
2) Esse negócio nos dá a liberdade de não termos um chefe nos cobrando por resultados e nos dizendo a que horas podemos almoçar e quando devemos tirar férias. Ganhamos tempo pois trabalhamos o quanto queremos. Uma hora por semana, 10 horas por dia ou 5 horas por mês, cada um faz o seu ritmo e com isso temos como administrar melhor nosso tempo diariamente. 
3) 55% de faturamento global pago em bônus aos distribuidores pode parecer pouco para quem não conhece o mercado. A minha empresa tem apenas 7 anos de vida e já vendeu mais de 4 bilhões de dólares acumulados. Sua previsão é de vender somente no mercado brasileiro 1 bilhão de reais acumulados até 2014. Façamos as contas: 55% de 1 bi = 550 milhões de reais pagos a nós, consumidores (isso contando só Brasil). Quanto cada um ganha por semana fica a critério pessoal. Voltando à questão do tempo, cada um define seu ritmo de trabalho, correto? Portanto, cada um define o quanto quer receber em bônus semanalmente. O que posso garantir é: numa comparação com o mercado tradicional, não há empresa que recompense melhor cada hora que eu gasto realizando esse trabalho. A meritocracia é nítida e palpável a cada terça-feira, quando recebo meu bônus direto em minha conta corrente. Semana que trabalho pouco, recebo pouco (ou até não recebo nada, às vezes); semana produtiva, bônus gordos e recompensadores.

Não pretendo me alongar mais, pois o objetivo nesse texto não é entrar nas minúcias do negócio. Mas se você chegou até aqui, provavelmente está interessado em saber mais sobre a empresa em que atuo e os produtos que ela comercializa. Estou aberto a explicar todo o passo a passo do processo e entrar em todos os detalhes que venham a satisfazer sua curiosidade.

Sinta-se à vontade para me enviar um email ou deixar um comentário e responderei o mais brevemente possível.

Por ora, fico por aqui. Obrigado pela atenção e bons negócios!

Maiores informações sobre o meu negócio: http://mymonavie.com/mauriciocascardo